Defensivos alternativos para combate de pragas

Saudações caros leitores!

Diante do grande número de solicitações de uma matéria sobre defensivos alternativos, decidi reunir um material de qualidade para atender aos pedidos. A seguir descreverei o preparo de alguns inseticidas alternativos desenvolvidos pela EMBRAPA.

– Formiga Saúva

Barreira: Construção de canais de terra ou canaletas de cimento ao redor da área. Nas canaletas, adicionar água com algumas gotas de detergente neutro. Não é um método viável para grandes áreas, sendo mais recomendado para hortas.

Planta repelente: Plantio permanente de batata ao redor da área ou entre os canteiros, no caso de hortas. O látex da batateira possui efeito repelente sobre o inseto.

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Objetivos da Agricultura Orgânica

Promover o conhecimento e incentivar o debate entre os agricultores e proprietários de terra, sobre os problemas e conseqüências da utilização da agricultura químico-industrial.

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As joaninhas predadoras, aliadas do produtor no combate às pragas

A agricultura sustentável se apóia em práticas agropecuárias que promovam a agrobiodiversidade e os processos biológicos naturais. Infere-se daí que o controle biológico é uma alternativa promissora ao uso de agrotóxicos para o controle de pragas em sistemas agrícolas sustentáveis, visto constituir-se num processo biológico natural de regulação do número de indivíduos da população da praga por ação dos agentes de mortalidade, os quais são também genericamente denominados de inimigos naturais das pragas, os quais agem de forma a reduzir as chances da população da praga, sobre a qual eles atuam, de se tornar numericamente tão alta a ponto de causar prejuízo econômico. Assim, o controle biológico almeja reduzir o nível populacional da praga, mantendo-a abaixo do nível de dano econômico.

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AGROBIO

Fertilizante Foliar Desenvolvido pesquisadores da  PESAGRO-RJ

Modo de preparo

– Misturar bem misturados e deixados fermentar por uma semana os seguintes produtos:

200 litros de água + 100 litros de esterco bovino fresco + 20 litros de leite de vaca ou soro de leite + 3 kg de melaço de cana-de-açúcar.

– Durante as 7 semanas seguintes (a cada 7 dias) deverão ser acrescentados os seguintes ingredientes:

430 g de bórax ou ácido bórico + 570 g  de cinza de lenha + 850 g de cloreto de cálcio + 43 g de sulfato ferroso + 60 g de farinha de osso + 60 g de farinha de carne + 143 g de termofosfato magnesiano (Yoorin Master) + 1,5 kg de melaço + 30 g de molibdato de sódio + 30 g de sulfato de cobalto + 43 g de sulfato de cobre + 86 g de sulfato de manganês + 143 g de sulfato de magnésio + 57 g de sulfato de zinco + 29 g de torta de mamona.

Notas:

a) Antes de serem adicionados a primeira mistura, esses produtos deverão ser dissolvidos em um pouco de água.

b) A calda deve ser bem misturada duas vezes ao dia.

– Nas quatro últimas semanas, adicionar:

500 ml de urina de vaca.

–  Após oito semanas, o volume deve ser completado com:

500 litros de água

– Coar.

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